Vamos Combinar?

HORRÍVEL FALHA MINHA: NUNCA HAVIA CONSIDERADO UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO…

Quando queremos nos aperfeiçoar, uma das melhores formas de começar é reconhecendo os próprios erros e defeitos.
Diferentemente do âmbito espiritual, no material há muitas coisas que não chegam a ser pecados de fato, mas que não deixam de ser erros e têm a capacidade de atrapalhar bastante o que deveria ser o fluxo perfeito e regular de nossas vidas.

Há quem passe a vida inteira ocultando, disfarçando, fugindo e nunca sendo capaz de admitir suas características demeritórias… quanto mais tentar se corrigir ou, horror dos horrores, pedir perdão por seus erros.
Conheço muita gente assim.
Alguns que ficaram velhos sem nunca ter alcançado sabedoria alguma que preste, querendo ser respeitados por suas cãs enquanto suas almas imaturas apenas se aperfeiçoavam nas misérias que os consumiam e levavam junto a vida dos que estavam ao redor…
Vamos deixar isso para lá, pois ver tanta coisa doentia me estimulou a atuar da forma oposta: reconhecer meus erros, pedir perdão, buscar o aperfeiçoamento!

Não para me vangloriar, mas em relação às pessoas com quem convivo já estava em um nível avançado dessas práticas, mas há pouco tempo descobri que vinha falhando sistematicamente… comigo mesmo!

Vi que o medo de afastar pessoas caso, tendo convicção de meus argumentos, as confrontasse estava me deixando estagnado, contendo muitas boas ideias que tive em nome da falaciosa máxima “melhor ter paz do que razão”: acabei descobrindo que não há paz na convivência com alguém sem razão!
Esquerdopatas, bolsominions, arminianos, calvinistas, torcedores fanáticos, idólatras, militantes mimizentos… nada em excesso, mesmo aquilo com que concordamos, é benéfico!
Tolerância não é sinônimo para aquiescência e nem estou mais tão preocupado em ser politicamente correto: quem quiser seguir e militar pelo engano que o faça, mas não venha fazer proselitismo em meu espaço!
Ter escrito “Os Prostíbulos da Ira” foi libertador: quem me acompanha desde o início deve lembrar dos extensos e acalorados debates nos quais já me envolvi — no fundo com esperança de promover um convencimento “no tranco” — e saber que, doravante, isso não mais ocorrerá, pois quem convence é o Espírito Santo: os textos estão disponíveis ao leitor assim como os meios para bloqueio de inconvenientes também servem ao autor.
Questionar para sanar dúvidas é uma coisa, importunar é outra!

Vi que o pânico de parecer arrogante me impedia até de expressar abertamente minha opinião ou de liderar…
Talvez por causa da minha criação, tenha passado tanto tempo da minha vida com medo de assumir uma posição — especialmente ideológica, cultural ou religiosa — de destaque, sempre aguardando, sob o pretexto da “humildade”, que aparecesse alguém “mais capaz” para liderar ou, pelo menos, auxiliar…
Havia também o mal estar de saber que muitos desses que nada fazem estão sempre espreitando, aguardando que se comece a realizar algo para poder derramar suas críticas, maledicências, palavras depreciativas — para essas coisas que não prestam parece que temos muitos mestres que, nem antes nem após minha morte, nada de bom farão!
Após tanto testemunhar debates nas mais diversas áreas, perdi o medo disso também, pois não importa sua postura e nem suas causas: os detratores vão surgir e se valer de tudo que puderem — de desconexos e sórdidos ataques “ad hominem” às mentiras mais sórdidas — na tentativa de prevalecer sobre todos e gozar de, mesmo que breves, momentos de glória.

Vi que sou um procrastinador desgraçado que, mesmo tendo tudo para realizar algo importante, fica marcando passo no tempo, esperando que alguém “mais experiente” venha concretizar algumas coisas que, na verdade, eu sou o único capaz de fazer.
Olhar minha barba branca no espelho e lembrar das necessidades pelas quais minha família tem passado foi um dos chutes para eu decidir que já passou da hora de levar minha vocação mais a sério… o outro chute foi descobrir que um plagiador sem vergonha catou, na cara dura, o texto de “Uma Definição Para Apostasia”, fez uma ou outra pequena alteração, misturou com outros textos e, pasmem, estabeleceu como se tudo fosse seu “direito reservado” e lançou o livro, com um inexplicável lhama na capa, intitulado “Apostasia”!
Ora, se um ladrão safado e sem capacidade pode capitalizar em cima de meus textos, por que eu mesmo não o faço logo?!?
Já disse e repito que todo o material evangelístico sempre será disponibilizado gratuitamente através da internet, mas há textos de teor pessoal cujo conteúdo, em algum momento futuro, passará a ser restrito aos que se dispuserem a colaborar: vou poder me concentrar e escrever muito melhor quando parar de sofrer esperando minha esposa chegar, muitas vezes já na madrugada, de algum trabalho.

Vi, enfim, que estava sendo displicente comigo mesmo!: cobrava e cumpria horários dos mais diversos — filha na escola, trabalhos para agências, boletos no banco… — e deixava tudo o que era relativo a mim correr frouxo, muitas vezes sem nem realizar…
Pois agora estou acabando com a moleza e os planos são bastante promissores:

  • Academia ao anoitecer, por duas horas, no mínimo três vezes por semana;
  • Carta aos leitores todo o final de domingo até, no máximo, segunda-feira a noite;
  • Textos resgatados do site toda terça-feira;
  • Textos novos — evangelísticos, críticos ou biográficos — ao menos uma vez por mês (e,no máximo, um por quinzena);
  • Textos de escritores convidados, se enviarem, toda quinta-feira;
  • Transmissões ao vivo, com participação do público e sobre assunto sugerido pelos leitores… assim que alcançar 100 seguidores.
    Aliás, isso está bem difícil, pois desde a semana passada estagnou em 30: eu, sozinho, tenho mais seguidores que essa revista digital!

Vamos ajustar os ponteiros que pretendo disponibilizar muito Teóphilo daqui para frente!


Enfim…
Eu podia estar roubando, eu podia estar matando, eu podia estar me prostituindo, mas estou aqui escrevendo e com a certeza de que tenho muita coisa boa, capaz de auxiliar e esclarecer pessoas, para publicar e, acima de tudo, estou acessível, pronto para responder e também levar puxões de orelha, se for o caso.

Preciso MUITO de sua colaboração e, no momento, isso você só pode fazer ao “aplaudir” as publicações, divulgar através de compartilhamentos e, principalmente, seguir a revista digital e colaborar para aumentar o número de seguidores.

Obrigado pela atenção e que o Senhor continue nos protegendo e abençoando.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.