Primeiro “Mêsversário”

NÃO SOU DE CHORAR PITANGAS, MAS…

Era para eu ter publicado esta carta domingo passado, mas um vagalhão de desânimo me atingiu no meio do domingo…
Nem lembro exatamente quando percebi que o Teóphilo Despretensioso estava completando seu primeiro mês de existência e, a despeito de meus constantes e constrangedores apelos, houveram pouquíssimos “aplausos”.
Não posso deixar de agradecer aos que se dispuseram a agir, mas esperava contar com um tanto mais que 35 seguidores…
Tudo bem que o Medium não é uma rede exatamente popular, ainda mais aqui em terras tupiniquins, mas o Facebook também tem usado seus algoritmos para açoitar — com a tal “restrição de alcance” — a página que tenho por lá: cismaram que sou algum tipo de negócio que deve querer alcançar clientes para poder vender… e, sem o menor pudor, cobram (caro) acenando com a liberação do alcance que eles mesmos restringem!

Para falar a verdade, não foi bem o crescimento moroso que me abateu, mas sim o fato aleatório de ter topado com uma página pseudo-cristã cujo único mote é escolher algumas fotos apelativas (gente doente, velhinhos e crianças, bichinhos), acrescentar uma legenda “armadilha emocional” (que muitas vezes nem verdade é!) do tipo “digite amém” ou, associada à foto de uma jovem ensanguentada na cama, “minha mãe disse que ninguém vai compartilhar minha foto porque estou com câncer”…
Sabem o que o povo faz ao invés de ir pesquisar se aquilo é verdade para poder, de fato, prestar algum auxílio mais efetivo?!?
Simplesmente comentam o “amém” ou compartilham a imagem sanguinolenta!!
(Eu, o chato, fui pesquisar e a pessoa de uma delas já tinha morrido, enquanto outra já havia se restabelecido… desde 2015!)
Cada postagem dessas consegue facilmente mais de 40.000 — isso mesmo: quarenta mil!! — compartilhamentos!! Fora uns 200.000 “améns”…

Aí aparece um estrupício como eu se metendo a tentar escrever coisas com lógica, fundamentadas em pesquisa de fatos relevantes, cheias de referências bíblicas cronologicamente válidas… e, com muito custo, arranco o quê?!
Uns dois comentários e, sei lá, umas 30 curtidas… isso quando muito!

Aliás, nem posso reclamar pelos estranhos que não me leem, pois até minha própria esposa, que vive acompanhando “stories” do Instagram o dia inteiro, não me lê!!
Ela fica observando como se movem as engrenagens da popularidade e depois vem me falar que tem gente fazendo coisas bastante menos relevantes, mas que ganha destaque apenas sendo indicado por alguém que esteja “em alta”.
Também disse que as pessoas nunca vão dar valor às coisas gratuitas e que eu deveria compilar um livro, impresso mesmo, com o conteúdo evangelístico e pôr à venda, pois permitiria a leitura e o acesso de um público que não têm tempo de ficar lendo pela internet.
Admito que fiquei pensando nessas coisas enquanto a semana passou…

SOBRE MORTE, DOENÇA, DIFICULDADES E LUTAS…

Durante a semana encontrei um amigo que é empresário, pastor, coaching… enfim, comprei o livro dele e vou compartilhar algo que se somou às coisas que minha esposa havia dito:


Para “coroar” a sequência de eventos, o valor do plano de saúde deu um salto de 1500 para mais de 2000 reais e as regras de pagamento de cartões de crédito mudaram… enfim, para não falir, a família ficou sem plano de saúde e acabei pegando um empréstimo para quitar tudo… até as quatorze prestações do carro!
Financeiramente falando, há uma perspectiva de luz no fim do ano, mas até lá vai ser tudo bastante apertado… inclusive o tempo para escrever.

Desde que minha sogra faleceu, há exatamente um ano, quando o bebê tinha apenas quatro meses, tudo ficou ainda mais complicado e, confesso, muitas vezes a situação foi extremamente desesperadora: nessas horas, pensar que esses são os filhos que tive com a mulher que amo pela vida inteira foi a única coisa que conseguiu manter minha sanidade…
Eu escapei, mas fui levado a concluir que num casamento onde não há amor — nem Deus — situações como essa conduzem, na melhor das hipóteses, às separações… ou coisas ainda piores que atualmente superlotam as manchetes dos jornais.
Na verdade, ainda me sinto culpado por não conseguir dar o devido apoio à minha irmã nos cuidados com minha mãe — e esse é um assunto extenso e complexo o suficiente para valer todo um capítulo da biografia — e, por isso, evito sobrecarregá-la ainda mais pedindo que fique muito tempo com as crianças.

Ora então sem secretárias (vulgo “empregadas domésticas”) nem babás, sou desses que troca fraldas, dá banhos, alimenta as crianças, limpa chão da casa, lava louça… e, ao contrário de alguns homens, não chego a classificar tais atividades como tortura e convivo, mesmo não tão confortavelmente, com essa realidade.
É claro que preferia poder desenvolver de forma escrita todos os pensamentos que me ocorrem enquanto lavo o quintal pela manhã, mas acabo perdendo metade deles antes de deixar a filha na escola…
Ontem mesmo tive um “insight” sobre potestades que não vi ninguém chegando nem perto! E o texto sobre o que podem ser as estrelas que vemos? Ainda hei de escrever mais detalhadamente sobre a retropossessão… e é coisa bastante mais extensa do que uma postagem nas

SOCIEDADES VIRTUAIS

Voltando a falar no assédio que tenho sofrido tanto por parte do Facebook quanto daqui do Medium mesmo, parece que quando publico algo relevante que pode auxiliar e começo a atrair a atenção das pessoas… os “algoritmos” entram em ação! Veja a imagem abaixo:


Realizei uma sequência de postagens que, tenho certeza, apontaram conteúdo relevante causaram reações nas pessoas, mas a cada uma delas vinham MENOS pessoas até meus sites!!
Devo estar sumindo até dos mecanismos de busca em consequência de não poder pagar por “alcance”… e eles não estão querendo mais só 4 reais como algumas vezes no passado cheguei a pagar. A coisa quase quadruplicou!


Sinceramente, pagar 15 reais para divulgar as postagens relevantes que faço praticamente implica em tirar a comida da boca de meus filhos!

Enquanto isso o Medium me bombardeia com publicações em inglês de outros autores e me acenam, prometendo que, se me afiliar ao seu programa de assinantes pagos, vou poder ganhar dinheiro com meus textos…



O problema é que — além dos 5 dólares (mais de 20 reais) que serei obrigado a pagar por mês e apesar de toda a elegância e praticidade que aqui encontrei para escrever e publicar — simplesmente os métodos de pagamento deles NÃO FUNCIONAM para brasileiros que estejam no Brasil!!
Não estão regulamentados, nem habilitados… nem se criaram as taxas sobre eles e, certamente, de onde o governo não pode mamar, ninguém pode!

A questão é que estou buscando muitas formas honradas e legais de produzir a ajuda da qual estou precisando e não costumo me render, mas… dessa vez vou abrir espaço para que quem me lê também possa me ajudar.
Por esses dias tenho, também estudado acerca das criptomoedas e aprendido bastante sobre aplicações financeiras: vou abrir um espaço onde você, caro leitor, poderá indicar a publicação na qual quer me auxiliar com os custos da divulgação… isso já será um grandioso avanço!
Pretendo permitir que a doação seja feita em real, bitcoin, litecoin, ethereum…

Parece loucura?
Pode até ser, mas o fracasso dessa empreitada já é meu: até esse exato momento eu sou o dono de todos os “nãos” do mundo e nada vinha fazendo para mudar isso!
Agora, assim que providenciar uma forma para viabilizar as doações, um único “sim” que possa vir a receber já será uma grande vitória: não farei soar trombetas diante dos doadores (pois dessa forma estaria lhes tolhendo os galardões), mas discretamente farei que constatem a aplicação dos recursos enviados para cumprir a finalidade por eles indicada.
Até pode ser que lhes sobrevenham bênçãos, mas a certeza imediata que terão é a de que, assim como o texto que patrocinarem os ajudou, estará alcançando e podendo ajudar a muitas outras vidas.

Concluo reafirmando a vocês e a mim mesmo o grande desejo que tenho de ser útil, de fazer mais e melhor não apenas para minha família, mas a todos que o Senhor coloca em meu caminho… não posso lhes relatar acerca disso, mas aos que auxiliei, quando e se lerem esta carta, vão reconhecer que não estou mentindo.

Enfim…
Eu podia estar fundando uma empresa eclesiástica, eu podia estar cobrando dízimos, eu podia estar prometendo bênçãos que nunca viriam (e depois me escondendo atrás do “a culpa é sua que não teve fé” ou do clássico “não toqueis nos untados do sinhô”), mas estou aqui escrevendo com a certeza de que, de um jeito ou de outro, essa tormenta será superada: se diante de mim não se abrir o mar, Deus até vai permitir que esse corpo cheio de falhas pereça… mas só assim é que vai me levar ainda para mais perto, junto d’Ele!

Preciso MUITO de sua colaboração e, no momento, isso você só pode fazer ao “aplaudir” as publicações, divulgar através de compartilhamentos e, principalmente, seguir a revista digital e colaborar para aumentar o número de seguidores.

Obrigado pela atenção e que o Senhor continue nos protegendo e abençoando.

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