Pessoal

PARECE ATÉ TRAMA DE SERIADO, MAS É SÓ A VIDA REAL…

Revisar meus próprios textos está sendo uma oportunidade de ouro para um reencontro comigo mesmo, uma relembrança da sensação de agonia diante de tantas descobertas de, sem exagero, nível bíblico e a enorme ansiedade por estar tentando publicar um volume tão grande de conteúdo chocante, capaz de transformar radicalmente a vida de quem lesse e compreendesse…
Quantas noites de sono perdi, receoso de alguma reação satanista?
(Ah se eu soubesse que o pior ataque que já recebi em toda minha vida ia partir do maior canastrão evangélico que já conheci — Danilo Garnizeh — e de sua rodinha de pretensos intelectuais cristãos…)

Reler meus próprio material após mais de uma década também está me permitindo reconhecer as falhas que cometia: não apenas as gramaticais, mas particularmente a mania de inserir informações de minha vida pessoal no meio de textos cujo conteúdo poderia até ser de relevância global, mas acabavam prejudicados pela inserção da pequenez de minhas agruras íntimas.
Reconheço agora que essa arrogância de querer me inserir como personagem da trama profética universal — e principalmente o medo de satanistas — foi influência, um resquício, das leitura das obras maléficas de gente como Daniel Mastral, Neuza Itioka, Rebecca Brown…
Não sou capaz de mensurar o quanto engano esses deturpadores da Palavra ainda podem estar propagando…

Então, nessa minha nova investida literária, decidi que essa ferramenta — a “Carta” — vai ser sempre por onde vou aproveitar para falar de mim mesmo aos que quiserem saber: durante a revisão me comprometo a tentar remover o máximo de subjetividades que tenha entremeado, na ocasião, aos estudos e análises e só vou deixar permanecer as coisas que forem intrinsecamente relacionadas ao conteúdo.

Ainda sobre essa releitura de minhas próprias publicações, vou constatando que as aflições daquela época eram bastante diferentes — para não dizer até “mais fáceis” — das que tenho enfrentado atualmente: a única que perdura é a escassez de recursos… essa é cumprimento profético do que disse o próprio Senhor Jesus Cristo!

…no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.
(João 16:33b)

Mas se o que não tem solução já está solucionado, ao menos tenho buscado meios para atenuar as consequências dessa restrição orçamentária.
Essa semana mesmo dediquei algum tempo estudando sobre as chamadas criptomoedas — do inglês “cryptocurrency” — e descobri um interessante e extremamente especulativo mercado, capaz de tornar alguém rico (ou miserável) numa questão de dias!
Ainda vou observar mais, porém o que já vi me permitiu constatar o quão fácil vai ser para que o anticristo restrinja, controle ou altere a condição econômica não apenas de pessoas específicas, mas de países inteiros!
Ao menos minha fonte de informações demonstrou alguma sabedoria ao recomendar que nunca tenhamos mais do que 5% de nossos recursos financeiros investidos nesse nicho… isso enquanto não for obrigatório!


E faz que a todos,
pequenos e grandes,
ricos e pobres,
livres e servos,
lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.
(Apocalipse 13:16–17)

A partir do momento em que se extinguirem as operações com papel moeda, nem mesmo teremos a liberdade para dar comida a um mendigo sem que o governo tome conhecimento!
Na fase atual, diversas lojas têm solicitado — geralmente a título de descontos ou promoções — o número de nosso CPF, mas nada me tira da cabeça que estão apenas registrando e mensurando o quê, quando, quanto e onde compramos… e podem ter certeza de que nunca esse tipo de registro é feito para nos beneficiar: ou vêm mais impostos por aí, ou coisa pior!
Se isso estivesse ocorrendo apenas no Brasil, na certa seriam apenas mais impostos, mas não sei como — e se — estão sendo desenvolvidos os paralelos a esse tipo de controle em outros países do mundo… e isso indicaria a segunda opção… a da “coisa pior”.

Vou encerrar esse assunto por aqui, pois por mais lógica que haja em minhas observações especulativas, sempre vai aparecer um “sabichão” para me desacreditar e classificar como “teórico da conspiração” ou “trombeteiro do apocalipse”… isso nem me afeta mais.
Aliás, por falar em detratores, gostaria de encerrar nossa conversa — sim, hoje a carta está sendo um pouco mais curta mesmo — voltando a falar na roda de escarnecedores que se formou na tentativa de me desmoralizar através dos mais sórdidos ataques “ad hominem”… agradeço a Deus por aquilo!
Sério!
Na época ainda sofria muito por conta do transtorno ansioso depressivo e passei por vários episódios onde a síndrome do pânico quase me consumia — certa feita minha pressão sanguínea chegou a impressionantes 23 x 16! — e todas aquelas acusações me levaram a um ponto onde, literalmente, vislumbrei a morte: se não fosse um AVC, poderia até considerar um suicídio…

Acho que foi naquela ocasião, um covarde teatro de desmoralização, que perdi definitivamente o receio de ser morto por causa do Teóphilo, pois ali eles orquestraram o assassinato de minha reputação diante de toda uma sociedade — mesmo que virtual — que, até então, tinha elevada importância para mim!
Não se abordaram meus textos, nem houve refutação bíblica alguma, apenas ataques a minha pessoa, ou seja, uma identidade que até então me esforçava bastante para manter isolada do “ministério”.
Ali eu ganhei entendimento, persistência e capacidade de prosseguir… mesmo que sozinho.
Ali foi a primeira vez em que testemunhei gente alegando ser do “evangelho puro e simples”, mas lançando mão de meios tão imundos quanto os da política ou das denominações estabelecidas para alcançar algumas raspas de liderança, fama ou lucro.
Nem os satanistas foram tão sórdidos!

Enfim…
Eu poderia ter me suicidado, eu poderia ter tramado uma vingança bem sangrenta, eu poderia até ter tipificado o “bullying” e processado aquela cambada, mas estou aqui escrevendo com a certeza de que, no tempo certo, o Senhor cuida de todas as coisas: d’Ele é a vingança, d’Ele são o ouro e a prata… d’Ele é a própria vida!

Preciso MUITO de sua colaboração e, no momento, a forma mais fácil para você fazer isso é “aplaudir” as publicações, divulgar através de compartilhamentos e, principalmente, seguir a revista digital e colaborar para aumentar o número de seguidores.
A outra (e nova) forma é enviar moedas digitais para minha carteira virtual, cujo endereço está, de acordo com a moeda, nas linhas abaixo:

  • BITCOIN — 1JNPcSCgWzwVDwhs68Akoqr1upgcJWAZ4q
  • LITECOIN — LWW3KuKTdqM9cMio4ssfnhF5p2kCwFTz2v
  • ETHEREUM — 0xf85d890033fe05143189f906f9d5f5fc418fc7d2

Não se esqueçam de — caso estejam enviando com intenção de custear a promoção de alguma postagem feita nas redes sociais (Facebook, Instagram…) — indicar o link através de comentário aqui ou na própria rede.

Obrigado pela atenção e que o Senhor continue nos protegendo e abençoando.

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