Coronam Vitæ

Ele esteve ali, quieto e cumprindo seu papel, por pelo menos uns 10 anos!
Na teoria a madeira deveria subsistir à carne, mas a foto não me deixa mentir que, na prática, bastou se armazenar e remover algumas latas, potes, garrafas e sacos, além da claridade do dia e de alguns eventuais respingos d’água… para aquilo que um dia foi rígido e íntegro ficasse desgastado a ponto de desmantelar!

Tudo bem que o MDF foi criado para, sendo apenas uma imitação da madeira, manter o ciclo comercial do capitalismo aquecido, porém chegar à conclusão de que aquele armário branquinho e espaçoso — cuja montagem e instalação ainda constam vívidas na minha memória — chegou ao fim de seu ciclo de existência me levou a realizar reflexões mais aprofundadas sobre as tantas coisas que têm estado povoando meus pensamentos.
A primeira conclusão de todas é que eu próprio, feito de carne muito mais frágil até que o aglomerado de madeira, só não estou em um estado muito pior que o do armário destruído porque o tempo inteiro e a cada dia… eu morro!

Sob uma perspectiva microscópica, o indivíduo que comprou e colocou aquele móvel na parede já nem existe mais, pois a maior parte de sua estrutura celular já foi renovada, enquanto a rigidez e imutabilidade acabaram corroendo a madeira e oxidando seus metais até o estado terminal mostrado na imagem.
Dirão alguns que tudo isso é cientificamente óbvio, mas sou levado a questionar os limites desse conhecimento, pois se o segredo da manutenção da vida estivesse ligado apenas à renovação celular, dados os avanços tecnológicos já deveríamos ter conquistado a imortalidade desde umas três gerações atrás!
Porém continuamos morrendo e, ao contrário de ser benéfica, a grande e desordenada multiplicação celular acaba se transformando num câncer!

Curiosamente a “deusa” chamada ciência até agora não conseguiu apresentar solução real nem para a morte nem para o câncer além de paliativos, enquanto no âmbito da ficção — quadrinhos e efeitos especiais de cinema — nos apresenta o deformado Deadpool como “resposta” a ambos os problemas…

Em tempos de quarentena por conta do corona vírus (e enquanto não suspendem a internet) podemos testemunhar todo tipo de ansiedade e absurdo sendo propagado e, na falta do que fazer, daqui para o resto da postagem vou abordar alguns dos temas mais comuns, mas adianto que a morte vai continuar sem solução até que o próprio Criador da vida, um dia, decida que é o tempo de acabar com isso… e isso nos leva direto ao próximo assunto!

ESPIRITUALIDADE

Uma amiga muito querida fez uma postagem perguntando sobre a fé de seus contatos: pensei muito antes de responder, pois a simples declaração da minha fé vai fazer com que me veja no mesmo grupo de indivíduos que andam, querendo demonstrar que uma fé xucra e sem fundamentos sólidos vai dar-lhes recursos mágicos para escapar de qualquer desgraça, mesmo que sejam eles próprios, através de suas ações apatetadas, os promotores e causadores do mal!
Escrevi detalhadamente sobre o tema a seguir na série Cronologia, em quatro partes, mas há outras conclusões adquiridas no decorrer de mais de uma década de estudos e debates teológicos que vou sintetizar a seguir:

DEUS SEMPRE É SUPREMO,
NUNCA ANACRÔNICO!

A Bíblia está repleta de passagens que as pessoas gostam de decorar e repetir como se fossem promessas pétreas, mas sequer se dão ao trabalho de analisar a íntegra do texto, o tempo em que ocorreu, o sujeito ao qual foi direcionado e, acima de tudo, a razão do episódio. O uso de termos chiques como “exegética” e “hermenêutica” apenas amedronta e afasta os de mente menos aguçada, mas vou listar aqui um par desses enganos que são, muitas vezes, promovidos de púlpito.

E se o meu povo,
que se chama pelo meu nome,
se humilhar, e orar, e buscar a minha face
e se converter dos seus maus caminhos,
então eu ouvirei dos céus,
e perdoarei os seus pecados,
e sararei a sua terra.

2 Crônicas 7:14

Se o leitor se der ao trabalho de retornar até o início da passagem e ver que essa promessa é parte de uma sequência na qual SALOMÃO E O POVO DE ISRAEL, ambientados num clima desértico, realizaram festivamente sacrifícios de fidelidade durante sete dias, o próprio Senhor apareceu a Salomão e falou o que vou transcrever a seguir, no texto integral, pedindo tanto perdão pela extensão quanto que atentem ao que está sublinhado:

“E o Senhor apareceu de noite a Salomão, e disse-lhe:
Ouvi a tua oração, e escolhi para mim este lugar para casa de sacrifício.
Se eu fechar os céus, e não houver chuva;

ou se ordenar aos gafanhotos que consumam a terra;
ou se enviar a peste entre o meu povo;
E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra.
Agora estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar.
Porque agora escolhi e santifiquei esta casa, para que o meu nome esteja nela perpetuamente;
e nela estarão fixos os meus olhos e o meu coração todos os dias.
(2 Crônicas 7:12-16)

Há um trecho seguinte, que vai até o verso 22, direcionado exclusivamente a Salomão e que não vou esmiuçar aqui, mas já vou deixar o “spoiler” de que ele vacilou… e foi feio!!
Mas focando no texto proposto, essa promessa de Deus tem direcionamento único e exclusivo à nação chamada Israel e ao seu povo e ao seu posicionamento geográfico e, acima de tudo, ao comportamento comprometido desse grupo extremamente bem definido de indivíduos em relação ao Senhor!
Ah! — dirão alguns abobados benevolentes — Mas isso também vale pro Brasil, né?!
NÃO!
Me dei ao trabalho de, além de negritar e sublinhar, colocar em maiúsculas a palavra PERPETUAMENTE porque ela significa “para sempre“, ou seja, caracteriza uma condição imutável sob a pena de, em caso de mínima variação, tornar o próprio Deus em mentiroso: a promessa não foi feita para os Estados Unidos nem para o Brasil… e muito menos para todo o planeta: me perdoe a extrema sinceridade, mas se você — seja por medo de enfrentar a dura realidade, seja por insegurança de pregar a Verdade achando que vai espantar algum incrédulo mais sensível — propaga uma “mentira bem intencionada”, então não crê n’O verdadeiro Deus e é tão ou pior idólatra que os que servem a outros deuses.

E quanto a nós, eu inclusive?
Ora, somos “ramos enxertados na videira” e isso só pôde ocorrer através do sacrifício definitivo do Senhor Jesus Cristo. O profeta Isaías fez um registro bastante esclarecedor:

“Assim diz o Senhor Deus, que congrega os dispersos de Israel:
Ainda ajuntarei outros aos que já se lhe ajuntaram.
Vós,
todos os animais do campo, todos os animais dos bosques,
vinde comer.
Todos os seus atalaias são cegos, nada sabem;
todos são cães mudos, não podem ladrar; andam adormecidos, estão deitados, e gostam do sono.
E estes cães são gulosos, não se podem fartar;
e eles são pastores que nada compreendem;
todos eles se tornam para o seu caminho, cada um para a sua ganância, cada um por sua parte.
Vinde, dizem, trarei vinho, e beberemos bebida forte;
e o dia de amanhã será como este, e ainda muito mais abundante.”

(Isaías 56:8-12)

Particularmente gostei de saber que, não sendo especificamente uma ovelha, posso ser algum animal do campo ou do bosque — tipo um gorila ou um rinoceronte d’O Senhor!!! — e quisera eu poder alterar a dureza dessa revelação, ainda mais por ter amigos muito queridos que preferem persistir ostentando o título de “pastor”, porém a profecia é enfática ao repetir o indubitavelmente inclusivo termo “TODOS” por três vezes e, ainda por cima, definir exatamente quem são os que vão querer dominar sobre os não judeus que forem agregados para servir ao Senhor…
É só escolher o nome: Malafaias, Macedos, Hernandes, Santiagos, Soares… até o dono da birosca gospel aí na esquina de sua casa!
Ah! E as duas últimas linhas expressam claramente o tipo de mensagem que vai caracterizar as pregações desses cães: relaxa que basta crer no que eu digo e vai tudo melhorar!

Tudo posso naquele que me fortalece!

Essa afirmação soa correta, mas é apócrifa e completamente desvirtuada do texto original, sendo utilizada com frequência por pessoas que contraem dívidas maiores do que sua capacidade de pagamento e lançam mão dessa “máxima” como se fosse uma promessa feita pelo próprio Deus a qualquer cachorro vira-latas!
De fato, ainda é possível considerar que existam “mestres da oração com sujeito elíptico” capazes de usar exatamente a mesma frase em referência direta ao próprio Satanás ou a alguma dentre suas potestades…
Certamente é de grande validade o conhecimento da passagem original, cuja interpretação acabará sendo bastante simples:

“Sei estar abatido, e sei também ter abundância;
em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído,
tanto a ter fartura, como a ter fome;
tanto a ter abundância, como a padecer necessidade.
Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.”

(Filipenses 4:12-13)

Essa passagem, inclusive, é magistralmente complementada por outra ainda mais explícita:

“Quem nos separará do amor de Cristo?
A tribulação,
ou a angústia,
ou a perseguição,
ou a fome,
ou a nudez,
ou o perigo,
ou a espada?
Como está escrito:

Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia;
Somos reputados como ovelhas para o matadouro.
Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
Porque estou certo de que,
nem a morte,
nem a vida,
nem os anjos,
nem os principados,
nem as potestades,
nem o presente,
nem o porvir,
nem a altura,
nem a profundidade,
nem alguma outra criatura

(NADA) nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.”
(Romanos 8:35-39)

O “NADA” entre parênteses foi acrescentado por mim apenas para fins de melhor esclarecimento do conceito apresentado, mas permitam-me prosseguir com uma pequena lista de coisas totalmente plausíveis de ser inclusas nesta relação:

Contrair dívidas maior do que as que pode pagar: sim, tal estupidez é possível e você vai passar vergonha, mas pior que isso é cometer essa irresponsabilidade com os olhos fitos no céu como se estivesse visualizando algum espírito dando confirmação e depois, digno de uma surra de vara, é arrastar a figura de todos os cristãos — especialmente a dos evangélicos — para a lama do descrédito generalizado!

Contrair corona vírus: você acha que a arca caiu prontinha no colo de Noé? Ou que se José e Maria tivessem ignorado o aviso de perseguição seriam teletransportados até o local onde deveriam estar para o nascimento de Cristo?!
Ora, então você é desses que crê não precisar tomar nenhuma medida preventiva no meio dessa epidemia do vírus Corona, pois o Senhor tem uma promessa sobre sua vida e vai, nos mesmos moldes de alguns desenhos animados clássicos, ficar se esticando e contorcendo para te livrar dos perigos?!
Sinto informar, mas você não passa de um analfabíblico!!
Decerto que a vontade do Senhor é soberana, mas Ele próprio também inspirou o registro de que o sol brilha sobre justos e pecadores, logo podemos ter certeza de que até essa praga foi permitida (não criada!) por Ele para o cumprimento de Seus insondáveis propósitos: a morte, independente de seus métodos, continua sendo consequência do pecado e da rebelião originais e assim vai ser até que Ele próprio venha por o ponto final nesse problema!
Logo, se esse mal — pouco importa se oriundo de algum organismo ou laboratório — chinês, assim como qualquer outro, vai levar justos e pecadores: o mais prudente é não se tornar vulnerável a ela e, acima disso, não usar a fé como desculpa para por em risco a vida alheia.
Mas Teóphilo… e os milagres?

DE QUEM SÃO OS MILAGRES?

Os milagres são fraturas na realidade!
A Bíblia está repleta de relatos sobre milagres e é até possível se dizer alguma coisa aparentemente lógica sobre alguns deles:
— Alteração da densidade específica da matéria: muralhas rompidas pelo som, machado flutuante, Cristo andando sobre as águas;
— Alteração do ciclo planetário: o sol (ou a terra) que parou (mas é importante notar que o tempo continuou correndo);
— Alterações orgânicas diversas, multiplicação celular instantânea permitindo a regeneração de órgãos específicos…
Enfim, milagres são a base do que hoje chamamos “ficção científica” e há um detalhe extremamente importante acerca de todos eles: NENHUM permaneceu se repetindo mediante execução de fórmula ou protocolos!!

Vou tentar ser mais claro usando o famoso episódio de Moisés abrindo o Mar Vermelho ao tocá-lo com seu cajado, tão conhecido que até se tornou base para muitas piadas:

Eu próprio já ri muito de coisas como essas, mas inesperadamente me dei conta de que o poder para abrir as águas NUNCA FOI de Moisés… aliás, o poder para abrir as águas também nunca esteve na vara que ele carregava: todo o poder sempre esteve contido no próprio Senhor Deus que, onisciente e onipotente, usava de figuras para demonstrar sua soberania!!
Se fosse possível a Moisés retornar um mês depois até aquele exato ponto onde o milagre ocorreu e novamente tocar as águas com seu cajado… sabe o que aconteceria?
NADA!!!
Da mesma forma, se ele tivesse ido até lá anteriormente — para, sei lá, fazer um treinamento — e reproduzisse toda a cena miraculosa, as águas permaneceriam fazendo o que sempre fazem em seu papel aquoso líquido.

Talvez meu primeiro passo na jornada para ser um genuíno servo de Deus tenha sido o reconhecimento de que em mim não há poder algum e dependo integralmente d’Ele: pela minha vontade não posso realizar milagre algum e nem mesmo ousar emitir uma simples profecia!
Todos os demais “milagreiros” da Bíblia foram usados e nunca passaram de reles e momentâneos canais através dos quais, de maneira absolutamente empírica, fluiu uma pequena fração do poder de Deus: o único personagem que tinha em si próprio o poder para a realização de atos sobrenaturais foi o Senhor Jesus Cristo.
Infelizmente muitos não têm a capacidade de compreender isso e continuam perseguindo milagres em vez de exercitar a fé através do entendimento da Palavra: são tantos que foram criadas até empresas eclesiásticas em torno de rituais que prometem milagres!
Toda essa ritualística acaba não passando da mais pura e diabólica feitiçaria, podendo até ser qualificada como estelionato descarado e com possíveis consequências dramáticas… senão funestas.

Escrevo estas linhas pensando em duas pessoas:
Meu vizinho, que sofre de psicose, mora com a mãe (que tem mais de 90 anos) e dedica horas a estar sentado no portão observando a vida passar, às vezes lendo a Bíblia… e revestido dessa boa fé evangélica foi até uma dessas igrejas onde o pastor chamou todos os doentes até a frente e, após uma oração, ousou dizer que estavam curados de todas as doenças!
Ele, crédulo a um nível infantil, parou de tomar os remédios.
Vinha sentindo falta de encontrá-lo como acontecia quase todas as vezes que saía de minha casa, mas nunca imaginei vê-lo, domingo agora, chegando em casa esquelético e com o olhar muito mais disperso do que o habitual: passara um mês internado numa clínica psiquiátrica à qual teve de ser levado usando camisa de força!!
Muitos questionam se o cristão pode ou não fazer orações imprecatórias, mas do fundo de meu coração eu gostaria muito de ver fogo do céu descendo sobre canalhas inconsequentes como esse pachtôzinho de fezes!

Meu amigo cuja mãe pereceu não muito tempo após a minha e agora — por apenas ter ouvido o falso evangelho dos milagres, curas e coisas impossíveis — está promovendo uma cruzada de postagens contra algo que não é, de fato, o verdadeiro Deus Criador, apenas um arremedo tosco e construído em cima das falácias comumente usadas pelos benevolentes ignorantes bíblicos ou pelos líderes que querem extorquir dinheiro das pessoas desesperadas e enganadas.

Não existem fórmulas para extrairmos de Deus o que queremos.
Nenhum ritual vai nos dar poder para obrigá-lO a nos obedecer.
Não podemos suborná-lO.
Não podemos demovê-lO de seus planos originais.
A verdadeira oração de fé vai, no final das contas, ser o caminho para nos tornar mais submissos a Ele, capazes de compreender Sua vontade soberana e, mesmo sem muitas vezes conseguir compreender plenamente, nos submeter a seus insondáveis desígnios.
E os milagres… ah, os milagres… são o momento quando o Senhor Deus, conhecendo precisamente todas as consequências daquele fato, altera as regras da realidade PARA QUE TANTO SEU PODER SEJA RECONHECIDO QUANTO SEU NOME GLORIFICADO, independentemente da opinião humana.
(Ou você acha que, por exemplo, o povo do Egito ficou contente após o episódio do Mar Vermelho?)

Se um dia fui mais ativo para escrever textos como esse, era porque tinha uma perspectiva enviesada de que alguma coisa relacionada aos planos divinos pudesse depender de mim, mas, como já disse, estou plenamente consciente de que não tenho poder algum… nem para salvar ninguém, mesmo que eu queira muito!
Na verdade nem sei bem a razão de ter me dedicado a escrever tudo isso, mas já que cheguei até aqui vou publicar: quem sabe essas palavras não possam acabar servindo para esclarecer alguém?
Se servir, por favor, me deixe saber.
Se não servir, fica tudo como antes no quartel de Abrantes: seja feliz!

Em tempos de quarentena, epidemia e vírus Corona, não gostaria de entrar em debate se tudo isso é ou não parte do princípio das dores que antecedem a grande tribulação, mas apenas destacar que a palavra “corona” significa “coroa” em Latim e, para concluir, fazer uma citação nessa língua:

“Esto fidelis usque ad mortem,
et dabo tibi coronam vitae.”

“Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida(Apocalipse 2:10)

Se até o móvel, que era de madeira e deveria durar, encontrou o seu fim… quem somos nós para querer ter um corpo eterno?
Se a coroa que agora está no mundo é a da morte, quantos serão abençoados com a determinação para alcançar a coroa da vida?

Obrigado por sua paciência e que o Senhor Deus continue preservando àqueles que O amam.

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