Foi por ciúmes

Os Prostíbulos da Ira

A BÍBLIA PROMOVERIA TANTO SOFRIMENTO?

Então Pedro, aproximando-se dele, disse: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete?
Jesus lhe disse: não te digo que até sete; mas, até setenta vezes sete.

Mateus 18:21–22

Certa vez fui procurado por uma das poucas leitoras que me conhece pessoalmente e ela estava bastante angustiada, consumida por uma questão de convivência familiar: profissionalmente resolvida, com família construída e instalada em seu próprio lar, mas que a cada episódio de encontro com seus pais e irmãos via brotar insinuações que viravam acusações que alimentavam discordâncias e se transformavam em conflitos ofensivos e dolorosos… sempre!

Tive que pensar um pouco antes de oferecer uma resposta, principalmente porque o desenvolvimento do raciocínio é tão ou até mais importante que a conclusão: apresento aqui, de forma escrita e com referências bíblicas, a mesma perspectiva que ofereci a ela, na esperança de auxiliar também a outras pessoas que possam estar vivendo situações parecidas.

Primeiro pedi a ela para imaginar um homem que passou boa parte de sua vida como frequentador regular e usuário contumaz de um prostíbulo e seus “serviços”.
Não vamos considerar aqui questões de consequências como doenças ou gastos excessivos, mas uma situação crucial que pode ocorrer na vida de um ser humano: aquele devasso foi alcançado pela Verdade do Evangelho e, de um momento para outro, viu sua vida em transformação!

Mudar dói!
Mudar não é fácil!
A mudança no comportamento não acontece num passo de mágica: das crises de abstinência que devastam os consumidores de drogas ao desconforto e às dores que consomem o sedentário que decidiu praticar atividades físicas, o processo de adaptação sempre exige um tanto de esforço e disciplina. Com aquele homem também não foi diferente…
É claro que a perspectiva de uma vida eterna e o início do conhecimento acerca do sobrenatural de Deus são excelentes catalisadores em um processo de transformação, porém, mais cedo ou mais tarde, o pecado pode acabar vindo bater na sua porta: o “gatilho” que conduzia ao comportamento reprovável — reencontrar alguém, decepção, tristeza, desastre, data especial… ou o que seja! — é disparado, só que, dessa vez, vai te encontrar na condição de cristão e sabendo que deve se recusar a participar das velhas práticas.

Ou não sabeis que o que se ajunta com a meretriz, faz-se um corpo com ela?
Porque serão, disse, dois numa só carne.
Mas o que se ajunta com o Senhor é um mesmo espírito.
Fugi da fornicação.
Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que fornica peca contra o seu próprio corpo.

1 Coríntios 6:16–18

A despeito de todo esse temor e conhecimento, suponhamos que o homem falhou. Não da forma ostensiva e ofensiva como pecam alguns que, afirmando-se predestinados, fazem questão de tornar o erro parte de suas próprias personalidades.
Ele falhou para sua vergonha, para reconhecer sua própria fraqueza, para saber bem que não há poder algum em si próprio…
Sucumbiu ante os velhos hábitos e, na manhã seguinte, ao se dar conta de sua miserabilidade, entrou num desespero depressivo, achando-se indigno, questionando sua salvação… considerando talvez até dar cabo da própria vida, pois também há os que assim procedem e, para sustentar sua própria vaidade, até alegam ter se aperfeiçoado a ponto de não mais pecar…

Descartando os extremos teológicos, ele pecou e, tendo consciência disso, iniciou uma série de atos penitencias, coisa que pode ser autodestrutiva e levar bastante tempo até chegar ao ponto onde se sinta “limpo” de novo… e é nessa confiança que mora o perigo: na arrogância dos “super santos” que proliferam as concupiscências mais absurdas!
E é justamente para impedir esse “cai — levanta — cai” que encontramos uma das passagens mais chocantes de toda a Bíblia:

Portanto, se o teu olho direito te escandalizar, arranca-o e atira-o para longe de ti; pois te é melhor que se perca um dos teus membros do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.
E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno.

Mateus 5:29–30

Não. Por favor. Não estou querendo promover uma moda de mutilações com a passagem acima: estou falando em ROMPER O CICLO que te leva a pecar!
Assim como destaquei o verbo “fugir” como comportamento recomendável em relação à fornicação, destaquei agora o “atirar para longe” como a ação ideal a ser tomada com os fatores que te levam a pecar: a Palavra de Deus nunca nos manda ficar testando nossos limites quando estivermos vulneráveis ou passíveis de fraquejar… é para FUGIR e FICAR LONGE mesmo!!!
Pode parecer óbvio para a maioria de nós, mas para quem está envolvido pelas práticas errôneas, a solução é como uma muralha inexpugnável e são criados todos os tipos imagináveis de desculpas para que não seja transposta: desde o “é necessário para os negócios”, passando por “só estou fazendo isso para ajudar alguém” e chegando ao tóxico “que mal há nisso? Jesus não discriminava ninguém!”
No caso do prostíbulo, o fim do pecado está diretamente relacionado ao fim de quaisquer visitas ao local, sob qualquer pretexto.

E O QUE ISSO TEM A VER COM MEU FAMILIAR?

Ora, os pecados sexuais são os mais evidentes, porém há toda uma variedade de pecados que passam despercebidos, sendo tratados como meras “características de personalidade” ou coisa parecida… a IRA é um item dessa lista que, no decorrer das eras, passou a ser tratado como coisa normal, estresse do cotidiano… nas hipóteses extremas merece algumas sessões de terapia, afinal… vamos todos superar essas “coisinhas” juntos, não é mesmo?
NÃO!!!

Vamos observar o exemplo de dois homens de Deus, santificados, parte fundamental da igreja primitiva e responsáveis pela difusão de muitos dos conceitos que atualmente seguimos justamente por terem sido compilados nesse livro que conhecemos como Bíblia: O apóstolo Paulo e Barnabé discutiram, discordaram e…

E tal contenda houve entre eles, que SE APARTARAM UM DO OUTRO.
Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre.
E Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu, encomendado pelos irmãos à graça de Deus.

Atos 15:39–40

Levando em conta que não há registro acerca de ofensas ou agressões, tudo indica que o conflito foi baseado apenas em opiniões distintas quanto ao “modus operandi” que assumiriam e, sem dúvida, cada um tinha alguma razão de suas convicções, mas… a SOLUÇÃO encontrada por eles foi SE SEPARAR.
Não existe registro de que um ficou tentando provar que estava certo ao outro e nem qualquer reconhecimento de erro… simplesmente foram. Talvez para não sucumbirem à ira.
Imagino que esse episódio possa ter sido relembrado por Paulo quando escreveu:

Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.
Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira.

Efésios 4:25–26
Arranca rabo apostólico!
QUALÉ MERMÃO!! TÁ ME TIRANDO?!?

Me permitam classificar este que acabamos de referenciar como o “CONFLITO IDEAL”, pois apresentou as seguintes condições:

  1. CAUSAS PLAUSÍVEIS E MORAIS;
  2. SEM OFENSAS;
  3. SEM VIOLÊNCIA;
  4. SEM RAZÃO PELA QUAL PEDIR PERDÃO.

Foi um conflito que colaborou para a expansão do evangelho e que deve ter suas características, o comportamento dos participantes e, especialmente, sua resolução sempre vivas nas mentes de qualquer cristão, pois, mediante o uso de tais fatores, teremos medida, código de conduta e ferramenta para vivermos uma vida bastante menos sofrida e absolutamente dentro dos preceitos bíblicos.
Vejamos uma passagem que esta perfeitamente de acordo com o que acabamos de ver e na qual vou destacar o ponto importante ao qual muitos não atentam:

Eu, porém, vos digo que qualquer que, SEM MOTIVO, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo;
e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio;
e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.
Portanto, se trouxeres a tua oferta ao altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta.

Mateus 5:22–24

Viram ali o “SEM MOTIVO”?
Pois é, a Bíblia não estimula o cristão a servir de esparro irracional diante de qualquer situação que possa estar configurada:
Se encolerizou sem motivo? Peça PERDÃO!!!
Xingou, ofendeu ou amaldiçoou sem motivo? Peça PERDÃO!!!
Entrou em um conflito sem motivo? Peça PERDÃO!!!
Agora, se você foi capaz de avaliar a justiça seus próprios argumentos e há fundamentos para sua demanda… por que deveria você se humilhar?

É óbvio que há coisas das quais podemos abrir mão em nome do bom convívio, mas existe, sim, um ponto onde o excesso de benignidade transforma a imagem de um pretenso “humilde” e “benfeitor” na de um covarde molengão, incapaz de reação ou sequer de impor e sustentar uma linha moral de acordo com a palavra de Deus!

Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio; ensina o justo e ele aumentará em entendimento.
Não repreendas o escarnecedor, para que não te odeie; repreende o sábio, e ele te amará.
O que repreende o escarnecedor, toma afronta para si; e o que censura o ímpio recebe a sua mancha.
Deixai os insensatos e vivei; e andai pelo caminho do entendimento.

Provérbios 9:9-6

Prestem atenção que eu escrevi os versos da passagem acima intencionalmente em ordem regressiva, mas apenas para destacar a instrução que é dada em primeiro lugar para todo o raciocínio do texto: NÃO PERCA SEU TEMPO DISCUTINDO com quem resiste à razão! Vá viver, não se estagne numa discussão que te contamina e te restringe ao tamanho do seu opositor, impedindo até mesmo de obter ainda mais entendimento!
Deixai os insensatos e vivei!!!
Será que o Senhor Jesus Cristo veria algo a ser repreendido nessa atitude? Será que ele nos mandaria persistir sofrendo e orando até que acontecesse alguma transformação na vida daquele opressor?
Na Bíblia há um registro que pode nos esclarecer acerca disso:

E, chegando o sábado, começou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se admiravam, dizendo:
De onde lhe vêm estas coisas? E que sabedoria é esta que lhe foi dada? E como se fazem tais maravilhas por suas mãos? Não é este o carpinteiro, filho de Maria, e irmão de Tiago, e de José, e de Judas e de Simão? E não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele.
E Jesus lhes dizia: não há profeta sem honra senão na sua pátria, entre os seus parentes, e na sua casa.
E não podia fazer ali nenhuma obra maravilhosa;
somente curou alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.
E estava admirado da incredulidade deles.

Marcos 6:2–6a

SEM ILUSÕES NEM SUPERPODERES

Fico muito entristecido quando encontro gente vivendo um amor ignorante, idiotizados por algum líder que lhes ensinou o evangelho das passagens bíblicas fora de contexto…
Um bom exemplo disso é o povo que repete Atos 16:31 da mesma forma que os bruxos dos filmes recitam suas palavras mágicas, querendo transformar sua vontade em realidade e ignorando que o texto é uma promessa feita exclusivamente ao carcereiro de Listra e à sua família…
Se você não demonstrar sua fé através de suas atitudes cotidianas, especialmente diante de sua família, simplesmente repetir essas palavras mágicas de nada vai adiantar ou, pior ainda, te tornar aquele chato insuportável e, talvez, em apenas mais um hipócrita sem credibilidade.
Na última passagem que lemos, vimos que o próprio Senhor Jesus Cristo, mesmo com toda a razão do universo, não ficou forçando e nem torrando a paciência da família e da vizinhança: não há registro de discussões e nem de nada parecido… ele simplesmente saiu e foi cumprir seu ministério!

Após muito observar e pensar, sou levado a crer que a maioria dos conflitos mais violentos entre cristãos e seus familiares incrédulos se dá porque o crente se vê num papel de responsável pela salvação daquelas pessoas, alguém com poderes de subverter a vontade alheia, acabando com o “livre arbítrio” — sem discussões aqui, por favor — de seu ente querido e transformando-o numa espécie de “robozinho gospel”, perfeitamente de acordo com o entendimento que recebeu de sua denominação, mas…

O Senhor fez todas as coisas para atender aos seus próprios desígnios, até o ímpio para o dia do mal.
(…)
Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia.

Provérbios 16:4 / João 6:44

Você acha que pode alterar os desígnios de Deus?
Me perdoe por ser duro nesse ponto, mas você precisa entender que os planos de Deus podem ser radicalmente diferentes dos seus, que o tempo d’Ele pode não estar sincronizado com o seu… e que sua insistência em permanecer — e, através disso, criar oportunidades para mais e mais conflitos — possa estar sendo apenas um empecilho?

De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus.
Assim que não nos julguemos mais uns aos outros; antes seja o vosso propósito não pôr tropeço ou escândalo ao irmão.

Romanos 14:12–13

Será que não foi Ele próprio quem permitiu a existência desse “adversário” do seu próprio sangue, justamente para conhecer suas falhas e jogar cada uma delas, a cada discussão, na sua cara?
Não será esse o motivo estrategicamente posicionado para te forçar a “sair do ninho” e promover uma transformação — não só espiritual, mas em todos os outros aspectos! — em sua vida?
Será que todos os dias nos quais o sol se pôs sobre sua ira não foram suficientes para te alertar de que você está pecando?!?
Talvez, privado da “ira crônica” e da “vontade de estar certo” manifestadas a cada embate, aquele seu familiar possa acabar sendo alcançado pela Palavra durante uma inócua conversa de supermercado?
Talvez já seja hora de perceber que, enquanto você forçar sua permanência ali, por qualquer motivo que possa alegar… não vai conseguir parar de pecar.

É melhor um bocado seco, e com ele a tranquilidade, do que a casa cheia de iguarias e com desavença.

Provérbios 17:1

Não estou te induzindo a ser covarde, nem a desistir, mas querendo te provar que “perdoar setenta vezes sete” não significa necessariamente alimentar um ciclo de ofensas e sofrimentos, mas perdoar, pedir perdão… e se afastar!
O verdadeiro perdão pelas ofensas que recebe pode estar dependendo apenas de que — assim como no exemplo do homem, citado no início desse texto — você saia e nunca mais retorne ao “prostíbulo da ira”…

Obrigado pela atenção e que o Senhor os abençoe!


“POSTSCRIPT” AOS CASADOS

Casal em conflito, gritando um com o outro.

SÓ PROSSIGA LENDO SE IMAGINOU QUE O TEXTO ACIMA POSSA SER APLICADO AO CASAMENTO

O texto acima foi escrito pensando mais em laços paternais, maternais e fraternais, já que a Bíblia não é lá muito incentivadora do divórcio, não é mesmo?

É melhor morar num canto de telhado do que ter como companheira em casa ampla uma mulher briguenta.
É melhor morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e irritadiça.

Provérbios 21:9 e 19

O problema é que a maior parte dos pastores de hoje é formada por “coçadores” de toda forma de comichões — e não mais apenas os dos ouvidos — fazendo de tudo para acolher todas as concupiscências e degenerações que têm adeptos em nossos dias e, se são capazes de criar uma empresa eclesiástica especializada em iludir homens que se deitam com homens, por que impediriam o casório de um parzinho heterossexual que está apenas doido para furunfar?

Tenho visto que promovem matrimônios sem aconselhamento, sem se preocupar em conhecer a personalidade dos indivíduos… apenas vão lá e dão uma “licença para transar” e depois, quando as coisas saem errado, jogam todo o peso de um relacionamento que nunca deveria ter ocorrido nas costas do casal, especialmente as correntes infernais dos que pecam pelo divórcio!
(E me parece que há um deleite especialmente sádico em jogar na cara dos divorciados que qualquer novo relacionamento é um adultério, que viver com outra pessoa é fornicação…)
Infelizmente eu não vou poder oferecer uma solução fácil pela burrice, pela incontinência e pela ansiedade dos que já “casaram errado”: se você não for capaz de reconhecer seus acertos e falhas, dialogar e colocar limites em seu matrimônio… até um “casamento certo” estará fadado ao fracasso!

A grosso modo, o segredo do relacionamento duradouro é o comum acordo de confiar ao outro a responsabilidade por nossa felicidade — e eu não estou falando aqui de coisinhas ridículas, infantis ou egoístas! — e planejar as realizações conjuntamente.
Portanto, se você ainda não casou e desde já está torcendo o nariz para certos comportamentos de seu futuro cônjuge… não se iluda de que após o casório vá ocorrer alguma transformação mágica: comece a exercitar a maturidade e a franqueza — que são ferramentas úteis para o resto do relacionamento e, portanto, da vida — e tenham uma conversa beeeeeeeem séria, pois rodeios e subentendidos são as primeiras tábuas do caixão matrimonial, antes mesmo até da cerimônia!

Ainda não tive coragem para começar a fazer aconselhamento de noivos porque não consigo avaliar o impacto que teria se eu chamasse o casal (que estaria me pagando) para uma reunião e dissesse, abertamente, que aquele relacionamento não iria dar certo…
Já vi tanta gente gastando mais do que o valor de um imóvel festejando um matrimônio que não durou nem dois anos… que talvez pudessem até ficar gratos pela economia.
Mas poderia também surgir uma situação típica das personalidades teimosas, que permaneceriam juntas por anos a fio só para provar que eu estava errado em minha avaliação…

Enfim, esse Postscript é só para dizer que:

NINGUÉM MANDOU SER TROUXA COM ANSIEDADE E VONTADE DE FURUNFAR: A RECOMENDAÇÃO DE AFASTAR, FUGIR, SUMIR… NÃO VALE PARA CASAIS!!!

Eu, porém, vos digo que qualquer que repudiar sua mulher, A NÃO SER POR CAUSA DE FORNICAÇÃO, faz que ela cometa adultério, e qualquer que casar com a repudiada comete adultério.
(…)
Se, porém, se apartar, QUE FIQUE SEM CASAR, ou que se reconcilie com o marido; e que o marido não deixe a mulher.

Mateus 5:32 / 1 Coríntios 7:11

Ou seja:

SE NÃO LEVOU GALHA, ATURE SUA TRALHA!

Obrigado pela atenção e que o Senhor os abençoe!

QUEM FALA O QUE QUER...