Geovane Souza parado e nítido em terno preto no lado direito, observando um terminal de aeroporto noturno onde o fundo e as pessoas aparecem em movimento borrado e caótico.

OBSERVANDO ELUCUBRAÇÕES DE QUEM SOBREVIVEU A MUITOS POUSOS FORÇADOS E, AGORA,
OPERA NUMA DIMENSÃO CUJO LIMITE É A CARGA DAS BATERIAS

Montagem fotográfica lado a lado comparando o crescimento de GeovaneSou. À esquerda (1973), Geovane bebê no colo de seu pai de estatura mediana. À direita (1994), Geovane adulto e gigante, com 2,07m, abraçado ao mesmo pai, destacando o contraste impressionante de altura e a narrativa dos "Genes de Dinossauro".

Bem-vindo ao GeovaneSou: pardo, filho de negro de estatura mediana e neto de escravos, herdei a vida e o mistério dos genes de dinossauro que me levaram aos 2,07m de altura.
Ex-controlador de tráfego aéreo, fui tocado pela surdez e acabei me tornando um “Observador Cáustico” da Sociedade.

Este site é o meu radar, onde o caos encontra a crítica, a fé e a tecnologia.

DERRADEIRAS ELUCUBRAÇÕESONDE O SILÊNCIO SE TORNA TINTA E LETRA

Aqui, os fragmentos de uma mente que não repousa usam a tecnologia para ser traduzidos em palavras que buscam dar sentido aos ruídos do mundo.
  • Ilustração de um velho "burro de carga" sobrecarregado com caixas marcadas com o logotipo da Receita Federal, representando o conceito de "Contriburrintes de Carga" e a injustiça tributária no Brasil.

    Contribu(rr)intes… De Carga!

    O Massacre Tributário do Cidadão Comum

    Seu CPF foi bloqueado pela Receita Federal mesmo sendo isento? Leia a crônica real de como o sistema pune quem trabalha e descubra a armadilha dos “Contriburrintes de Carga”. Um desabafo necessário.

  • Representando o período de ambientação no MPC (Main Press Center) da Rio 2016: foto do autor, Geovane Souza, sentado em um escritório na Avenida Abelardo Bueno, nº 4801, na Barra da Tijuca. Ele está relaxado em uma cadeira, olhando para fora através de uma grande janela de vidro. A vista mostra a construção do prédio vizinho e edifícios residenciais modernos ao fundo.

    Rio 2016: Projeções Olímpicas

    Sendo Inserido À Estrutura…

    O choque de realidade no MPC: falta de PCs, erros de sistema e a rotina de testes. Veja como a equipe EVS superou o caos inicial com criatividade e “salário emocional” na Rio 2016.

  • Foto de Geovane Souza, vestindo a camisa verde de Líder EVS, de braços abertos diante da escultura do logo Rio 2016. A foto foi tirada dentro da Vila Olímpica e Paralímpica, uma área de segurança máxima e acesso restrito aos atletas e credenciados. Ao fundo, veem-se os prédios residenciais dos atletas.

    Rio 2016: Acesso Olímpico

    As Siglas E Eu

    Sem crise institucional, mas com muita verdade. Abro a caixa preta dos meus bastidores na Rio 2016 com uma perspectiva pessoal, avessa ao “politicamente correto” e recheada de imagens inéditas. Um relato honesto (quase um diário) de como um ex-militar que venceu a depressão encontrou na rotina olímpica a sua superação.

  • Vista noturna do Paço Municipal de São José dos Campos iluminado, com trilhas de luz de veículos em movimento no primeiro plano.

    O Mundo É Assim, São José (Conclusão)

    Pitangas Choradas e Grito do Intelecto Amordaçado: Nem Biscoitos Nem 50 Centavos!

    O desfecho da trilogia: a vitória no papel que não virou feijão no prato. Conheça a história real que deu origem ao modo AudioAtivo.

  • Vista panorâmica do ponto de ônibus na Avenida Ouro Fino em São José dos Campos, com árvores e uma rua residencial tranquila ao fundo sob céu claro.

    O Mundo É Assim, São José (Parte Dois)

    Luto, Leis e Urbanismo

    Do luto pela mãe ao deslumbre técnico. Geovane Souza relata o impacto do Plano Diretor de São José dos Campos e a luta por dignidade fora do caos do Rio.

  • Criança negra com expressão de dor tapando os ouvidos com força e olhos fechados, ilustrando a sensação de pressão, zumbido alto e vertigem causados pela surdez súbita.

    Se Lembra Quando Era Só Brincadeira?

    O Ataque da Surdez Súbita

    Quando era criança você já tapou os ouvidos para experimentar como seria a surdez súbita ou a sensação de ouvir pouco? Já usou isso para, numa conversa chata, fazer pirraça dizendo ‘não ouço nada’?

  • Foto em preto e branco de 1975 mostrando Geovane Souza ainda criança, um menino negro de cabelos curtos e crespos. Ele segura um violão acústico maior que seu corpo e sorri com inocência para a câmera, usando uma camisa de gola listrada. A imagem ilustra a pureza da infância antes da consciência do preconceito racial e estético.

    Cabelo Ruim

    Era Para Eu Ter Orgulho… Disso?!?

    Das memórias traumáticas do pente quente e do alisamento forçado às fronhas manchadas de sangue pela foliculite decalvante: minha relação com o estigma do “cabelo ruim” nunca foi sobre identidade, foi sobre sobrevivência. Neste texto visceral, narro minha jornada de dor desde a infância pobre, os diagnósticos médicos errados (de alergia a psoríase) e a decisão radical de eliminar cada fio via laser para me tornar o careca mais feliz do mundo. Um manifesto pessoal sobre aceitação, saúde e o alívio de não ter que sentir orgulho de algo que só me machucava.

DA LEITURA ÀS AÇÕESONDE O SILÊNCIO GANHA ROSTO E O PENSAMENTO, MOVIMENTO

Se nas palavras eu elucubro, nos vídeos eu registro a pulsação de uma vida capturada pela tecnologia — o modo AudioAtivo em sua expressão mais crua e visual.